3 Ridiculous Reasons People Give for Keeping Exotic Animals as Pets | One Green Planet

There are many reasons why people choose to keep exotic animals as pets … but are any of them good?

Origen: 3 Ridiculous Reasons People Give for Keeping Exotic Animals as Pets | One Green Planet

Dogs’ brain scans reveal vocal responses by Rebecca Morelle

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Pet dogs took part in the MRI scanning study
Pet dogs took part in the MRI scanning study

Devoted dog owners often claim that their pets understand them. A new study suggests they could be right.

By placing dogs in an MRI scanner, researchers from Hungary found that the canine brain reacts to voices in the same way that the human brain does.

Emotionally charged sounds, such as crying or laughter, also prompted similar responses, perhaps explaining why dogs are attuned to human emotions.

The work is published in the journal Current Biology.

Lead author Attila Andics, from the Hungarian Academy of Science’s Eotvos Lorand University in Budapest, said: “We think dogs and humans have a very similar mechanism to process emotional information.”

Eleven pet dogs took part in the study; training them took some time.

“We used positive reinforcement strategies – lots of praise,” said Dr Andics.

“There were 12 sessions of preparatory training, then seven sessions in the scanner room, then these dogs were able to lie motionless for as long as eight minutes. Once they were trained, they were so happy, I wouldn’t have believed it if I didn’t see it.”

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A espiritualidade dos animais domésticos

Flickr – Dogs – Andrew Morrell Photography
Flickr – Dogs – Andrew Morrell Photography

A ligação entre um animal doméstico e sua/seu cuidador é frequentemente forte e profunda. Animais ressoam conosco de uma forma profunda o que poucos humanos conseguem. Isto é devido ao fato de que os animais não têm um ego. Eles não têm “coisas” no caminho do seu amor e sua ligação com o Divino. Eles amam incondicionalmente… e estão constantemente fazendo “serviços” para nós, de formas que muitas vezes não reconhecemos. Podemos alimentá-los, prepará-los, levá-los ao veterinário para vacinas, e em troca eles acalmam nossas almas de uma forma sutil, mas perceptível.

Quanto mais estamos abertos aos dons espirituais que nossos animais trazem para nós, mais eles podem compartilhar seus dons. Os animais são uma grande bênção para as pessoas que fazem trabalhos de cura. Curadores amam os seus talentos e a alegria que esses talentos trazem para os outros, mas eles muitas vezes se sentem drenados por uma falta de energia recíproca. Eles se doam muito e não receberem tanto de volta. Animais, pela sua natureza, transmutam a energia desarmônica de stress. Eles são como faxineiros espirituais que entram em nossa consciência e enxugam as gotas do tumulto emocional derramado que o dia deixa para trás. A comunidade científica valida este conceito. Estudos têm sido feitos que mostram que pessoas com um animal doméstico se recuperam mais rapidamente de uma operação, ou que os tutores idosos de animais vivem vidas mais longas e saudáveis ​​do que os que não convivem com eles.

A consciência do ser humano é espelhada pela consciência do animal. Quando estamos prestes a dar um salto na consciência, um animal pode entrar em nossa vida para representar essa mudança e para ajudar nessa transição. Se já tutelamos animais e estamos passando por uma transição, por vezes, o animal pode ter um problema de saúde, pode fugir ou até mesmo morrer.

Enquanto pesquisava para este artigo, eu encontrei informações fascinantes sobre a evolução dos animais nos escritos de Paramahansa Yogananda. O Hindu metafísico afirma: “A atenção, intuição e evolução dos animais pode ser acelerada através de treinamento por uma pessoa intuitiva. Ouça os sons diversos proferidas por diferentes animais quando estão felizes, agitados, ou ciumentos, e você vai gradualmente ser capaz de interpretá-los e usá-los para conversar com os animais e ajudá-los a acelerar sua evolução.Telepatia mental pode, de fato, ser estabelecida entre seres humanos e seus animais. Companhia humana pode acelerar a intuição dos animais e, assim, acelerar sua evolução. Lembre-se que Deus está em tudo.”

Se você é uma pessoa metafisicamente orientada, você pode confiar que a alma de seu animal foi dirigida para você, a fim de se beneficiar de seu nível de consciência. A energia do animal está sendo levantada, talvez porque quer dar o salto de uma espécie para a outra em sua próxima encarnação. Você está apoiando esse animal na preparação para o salto. Em troca, seu animal está lhe servindo incansavelmente em um nível subconsciente. Há um equilíbrio natural e harmonioso maravilhoso que existe entre vocês dois.

Flickr – Cat – Jorbasa
Flickr – Cat – Jorbasa

Uma vez que os animais nos ajudam a transmutar nossa infelicidade e negatividade, nos ajudam a tornar-nos uma pessoa de maior qualidade. Quando estamos receptivos e conscientes do trabalho subconsciente que nossos animais domésticos estão fazendo, vamos estar mais dispostos a servir e cuidar deles, o que ajuda a acelerar a sua evolução da alma. É uma situação ganha-ganha.

Isso não é dizer que os humanos sejam uma espécie superior, mas todos nós já conhecemos animais que são quase humanos, como se estivessem na linha divisória entre as espécies. Alguns animais tem o desejo de ter a experiência da alma do ser humano – e podemos ajudar os animais com esse desejo.

Nós, por nossa vez, temos muito a aprender com nossos amigos animais. Os seres humanos têm um ego mais desenvolvido do que os animais, e é óbvio que o nosso ego pode nos ajudar ou nos prejudicar. Devemos usar nossa força de vontade sabiamente. Aprendemos a ser humildes na presença de animais, para tornarmos mais amáveis e menos egoístas. Através de nossos animais, podemos aprender a aproveitar a energia do nosso ego para realizar ações positivas e construtivas.

Fonte: Cirurgia Espiritual Animal

English version

Do Animals Get Dementia? How to Help Your Aging Pet

Posted by Liz Langley in Weird & Wild on September 13, 2013

A couple of months ago we told you how the age of certain wild animals is determined. Since then, some of you wondered about age-related changes in those animals.

Now that it’s September, aka World Alzheimer’s MonthAlzheimer’s disease accounts for up to 80 percent of all dementia cases, in which mental abilities decline and impede daily functioning—we asked some experts: Do wild animals and domestic pets suffer from dementia or dementia-like symptoms?

Dempsey, a 14-year-old blonde Labrador retriever. Photograph by Kayana Szymczak, Getty Images
Dempsey, a 14-year-old blonde Labrador retriever. Photograph by Kayana Szymczak, Getty Images

The answer: yes and (probably) no.

Our domestic dogs and cats, who live in safe environments and get veterinary care, can live very long lives—long enough to develop cognitive dysfunction. Little data has been collected on older animals in the wild, but while they may reach old age, if they were to develop dementia-like symptoms, they wouldn’t last very long. (Read “Animal Minds” in National Geographic magazine.)

In a research paper published earlier this year in Ageing Research Reviews, researchers found that in 334 studies, 175 animal species showed evidence of senescence, or the process of growing old.

Dementia Unlikely in Wild Animals

Study co-author Dan Nussey, of the Institute of Evolutionary Biology at the University of Edinburgh, said via email that some of the strongest evidence of and most in-depth studies on senescence come from wild ungulates (such as deer, bighorn sheep, and mountain goats) and seabirds, like the long-lived albatross.

Nussey said that wild animals can show physical deterioration like arthritis or tooth wear, and some cognitive deterioration may occur in the wild, but anything as severe as dementia or Alzheimer’s would simply not allow them to last.

“Wild animals live a tough life,” agreed David Mizejewski, a naturalist with the National Wildlife Federation. “Even early [physical] deteriorations—like age-worn teeth or hips—make it harder for them to survive.” Additional cognitive problems would simply make them too vulnerable to survive.

Domestic Pets Susceptible

On the other hand, domestic pets tend to live in safe environments and receive regular veterinary care. That means many cats and dogs live long enough to develop cognitive dysfunction.

Jennifer Bolser, chief clinician at the Humane Society of Boulder Valley in Colorado, said veterinarians are seeing more cases of cognitive dysfunction syndrome, commonly called canine cognitive dysfunction (CCD). (Related: “OCD Dogs, People Have Similar Brains; Is Your Dog OCD?”)

This is probably because domestic dogs are living longer, thanks to better medical and preventive care starting at a younger age and vets who are more adept at recognizing symptoms.

The most dramatic signs owners might notice are dogs “acting disoriented, walking in circles, or staring into corners or [at] the wall.”

Other symptoms include aggression, changes in sleep patterns, loss of interest in family members, and inability to control urination or defecation “in more than just an incontinent way—almost like they’re forgetting how to be house trained,” Bolser said. Cat owners might also notice their pets yowling at random times of day.

Other illnesses have to be ruled out, though, before cognitive dysfunction is definitively determined.

“Usually it’s a diagnosis by exclusion,” Bolser said. “If everything else is checking out normally,” it probably is cognitive dysfunction.

Amy Johnson, assistant professor of large animal medicine and neurology at the University of Pennsylvania, says she doesn’t know if horses are susceptible too. But she does get calls from owners of elderly horses who report changes in the animals’ behavior and ask if the horse might have Alzheimer’s.

To rule out structural brain changes or brain tumors requires medical tests such as MRIs. Most horse owners don’t want to go to the expense or run the risk of putting their animal under anesthesia, so such questions usually go unanswered.

How Can You Help Your Aging Pet?

Bolser says that although there isn’t a cure, there are ways to manage cognitive dysfunction.

“Keep the [pet’s] brain active, even at an older age,” she said. “Teaching them new tricks, getting them outside, and challenging their brains with new environmental stimuli is very important to helping the brain not deteriorate as quickly.”

Also, adding antioxidants to their diets can help with brain health. A prescription diet fortified with antioxidants, fatty acids, and L-carnitine is available, she said.

There are also some medications, the main one being selegiline, which has been used as an MAO inhibitor antidepressant in people and is also sometimes used for human Alzheimer’s and Parkinson’s patients as well, Bolser said.

Mizejewski has some personal experience with CCD, having lost two dogs to old age. The keys to keeping them alive and healthy, he said, were regular exercise, mental stimulation, social interaction, and a good diet. (See dog pictures submitted to National Geographic.)

“There’s a pity involved when we think about our pets losing cognitive function,” he said. “But on the flip side, I think about if my dogs were wild wolves—they would have succumbed to something else long before they got to this stage of old age and dementia.

“Whether domestic or wild, every animal dies at some point. And at the end of the day, I don’t think one way of life ending is necessarily better than another.”

Credits: Weird & Wild